Café Montanhas Cafeeiras Sul de Minas

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Miguel Daoud comenta situação da cafeicultura

Para o analista Miguel Daoud, a demora para dar uma posição definitiva sobre as dívidas dos cafeicultores mostra uma fraqueza do Ministério da Agricultura, que depende de outros ministérios para poder agir. Daoud defende uma área autônoma dentro desse ministério que pudesse atender a demandas como essas prontamente. (Exibido em 21/11/2013)

domingo, 8 de setembro de 2013

Selo brasileiro de café estreia no mercado internacional

A empresa líder no comércio de café na Alemanha, Tchibo, é a primeira estrangeira a testar o selo Certifica Minas Café, o único desenvolvido por um governo. A companhia não revela a quantidade do grão negociada por questões de concorrência de mercado. O produto brasileiro embarca em outubro rumo às 77 lojas da marca espalhadas pelo país europeu. "A Tchibo trabalha com todas as certificações de sustentabilidade e a Certifica Minas é a primeira realmente boa certificação local que nós conhecemos. Por isso, nós queríamos prová-la e também mostrar ao governo de Minas Gerais que existe mercado internacional para selos bons e sérios", afirmou Philip von der Goltz, gerente de conceitos de pesquisa na compra de café da Tchibo, em entrevista à DW Brasil. Um terço do café consumindo no mundo vem do Brasil, e Minas Gerais é o maior produtor nacional. Para atender a demanda estrangeira por artigos produzidos de forma sustentável, o governo mineiro lançou uma certificação própria. Ainda pouco popular no país, as certificações garantem ao consumidor padrões de qualidade, sustentabilidade, direitos trabalhistas e processo de produção. A promessa do selo mineiro é garantir ao consumidor que o produto tem qualidade e foi cultivado de forma sustentável. "Ele assegura que o processo de produção respeitou questões sociais, mais especificamente, a legislação trabalhista e também a legislação ambiental", diz Niwton Castro Moraes, coordenador de café da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais. Vários modelos Além do Certifica Minas, existem outros selos que determinam qualidade, origem ou o processo de produção de bens consumo. No Brasil, para o café, há selos de indicação geográfica, como o Região do Cerrado Mineiro, o Norte Pioneiro do Paraná e o Região Serra da Mantiqueira, além dos de qualidade, como os da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic) ou da Associação Brasileira de Cafés Especiais. No cenário internacional, os mais conhecidos são o Fairtrade, o Rainforest Alliance ou programas do Código Comum para a Comunidade Cafeeira 4C. Essas certificações estabelecem padrões de sustentabilidade, parecidos com os do selo mineiro. "As principais diferenças são as abordagens específicas e objetivo principal do selo. O Fairtrade busca comércio justo, remunerando melhor o produtor, o Rainforest verifica padrões de preservação da natureza, os selos da Abic estão focados na qualidade da bebida e da pureza do café", diz Nathan Herszkowicz, diretor executivo da Abic. Ainda assim, a grande maioria dos brasileiros, ou seja 75%, não conhecem essas certificações. Café com mais valor Segundo Moraes, o Certifica Minas abre mercados internacionais para os produtores, além de agregar valor econômico ao produto. Mas diferentemente de alguns selos que estabelecem um preço mínimo de venda, o mineiro deixa essa negociação nas mãos dos cafeicultores. Em 2012, 1.643 produtores estavam credenciados no programa, desses 52% são propriedades de agricultura familiar. A meta da secretaria para esse ano é aumentar esse número para 1.750. Os produtores que têm interesse de integrar o programa recebem apoio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), que assessora tecnicamente, presta consultoria sobre questões agronômicas e também orienta a adequação da propriedade para atender as exigências da certificação. Após a visita da Emater e antes da auditoria final externa, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) faz uma vistoria para verificar se as propriedades foram adequadas de maneira correta. A inscrição no programa é gratuita. Deutsche Welle

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Reunião na AMOG, discutiu a reativação do circuito turístico “Montanhas Cafeeiras”

Reunião na AMOG, discutiu a reativação do circuito turístico “Montanhas Cafeeiras” No dia 13 deste mês estiveram presentes, em Guaxupé, representantes da Secretaria Estadual de Turismo. Em discussão estava a reativação do circuito “Montanhas Cafeeiras” e o CadasTur, que é o órgão no qual as empresas que prestam serviço aos turistas devem estar cadastradas. Ontem pela manhã, representantes dos municípios que fazem parte da AMOG abordaram o tema. Em Poços de Caldas, aqui no Sul de Minas, cafeicultores estão participando de cursos de qualificação. A iniciativa realizada pelo Instituto Federal de Educação do Sul de Minas, tem como objetivo melhorar a qualidade do café produzido na região.
Arruda São Pedro Cafeicultores sofrem com a qualidade do grão de café A cooperativa de café de Guaxupé registrou até esta semana 70% da colheita finalizada, segundo dados da instituição. As questões climáticas fizeram com que o grão caísse de qualidade. E por falar em café, as exportações de café verde do Brasil somaram um milhão, oitocentas e noventa e duas sacas, no mês de julho. Um aumento de dois por cento na comparação com o mesmo mês no ano passado. Os dados foram divulgados pelo conselho dos exportadores de café do Brasil, a CECAFÉ